Capítulo 2: Como Apanhar um Pokémon!

Capítulo 1: O Começar de uma Nova Era

Capítulo 3: O Primeiro Combate

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No último capítulo, Brian e Steven obtiveram os seus primeiros pokémon com os quais eles começaram as suas jornadas. Quando chegaram a caminhos diferentes, cada um optou por um, escolhendo, assim, fazer a sua jornada individualmente com o objectivo dos seus caminhos se cruzarem no último patamar, a Liga Pokémon.

Uma hora após Steven ter recebido o seu primeiro pokémon, ele encontra-se agora, em certo lugar, dentro da Floresta Kannabar. Floresta esta conhecida por ter uma grande variedade de pokémon insecto, mas algo não parece como é habitual.

— Que estranho! O que terá acontecido? Segundo o que me sempre disseram, esta floresta é conhecida por ter muitos pokémon insecto por estas bandas. E ainda não encontrei nenhum, mesmo estando quase a meio dela.

Mal Steven acaba de falar, um pokémon voador desde dos céus, pousando num pequeno ramo de uma árvore muito próxima.
— Ei, um pokémon! — afirma Steven com grande empolgamento. — Já não era sem tempo! Vou capturá-lo com a minha poké…

E eis que Steven apercebe-se, por um momento, que não tem consigo as suas pokébolas.
— Ó, não! O professor esqueceu-se de me entregar as minhas pokébolas! Ah, bolas! Desta forma, não vou conseguir capturar o meu primeiro pokémon!

Um riso consegue-se ouvir na copa de uma árvore por trás de si.
— Que riso é este? — pergunta Steven a si mesmo. — Quem está aí?
— Nunca pensei que um treinador fosse tão burro ao ponto de se esquecer se levar consigo as suas pokébolas! — fala uma voz masculina num tom grave e convencido.
— Quem és tu? Mostra-te!

Um rapaz de cabelo castanho e comprido com um fato de cabedal desce da árvore e diz:
— És mesmo um rico achado, puto! Por acaso sabes o que tenho aqui dentro desta mala que tenho aqui? As tuas pokébolas e Pokédex.
— O quê? Como é que tens as minhas coisas?
— O professor Mantys pediu-me que te entregasse isto. A ti e ao teu amiguinho.
— O professor Mantys?
— Sim, eu também sou um treinador que começou hoje a sua jornada, eu e o meu irmão, isto é.
— Pensei que só eu e o Brian é que fossemos os únicos a obterem os seus primeiros pokémon.
— Nós não quisemos fazer com que as outras pessoas soubessem de nós. Como nós temos are de arruaceiros, elas nunca reagiriam bem a isso. Claro que também dissemos ao professor Mantys para que não afirmasse nada em relação a nós. Nós chegámos pouco depois de vocês ao laboratório e ele disse que se tinha esquecido de vos entregar as pokébolas e o Pokédex. O professor já acredito que se tenha esquecido, já que ele não bate lá muito bem da tola, agora vocês…

— Chega de insultos! Dá cá isso, então!
— Sabes, eu e o meu irmão vimo-los aos dois a tomarem caminhos separados e cada um de nós também quis fazer isso. O meu irmão, neste momento, já deve ter encontrado o teu amiguinho.
— Passa mas é p’ra cá as minhas coisas!
— Calma aí, puto. Não sei bem se te hei-de entregar isto, sabes. Quem, no seu perfeito juízo, tentaria capturar um pokémon sem o enfraquecer primeiro? Quase nenhum pokémon se deixaria apanhar com tanta facilidade.

Steven começa a corar.
— Vou-te explicar as etapas para se capturar um pokémon. Primeiro que tudo, tens de ver as informações sobre o pokémon que queres capturar, no teu Pokédex. Só tens de apontá-lo para o pokémon e voilá!

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— Na segunda etapa, terás de escolher um pokémon que aches ser o ideal para o combater e deixá-lo de tal forma enfraquecido para que não tenha forças suficientes para fugir da pokébola imediatamente após a sua captura. Squirtle, escolho-te a ti!

— Squirtle sai da sua pokébola quase ao pé de Pidgey.
— Então, o seu primeiro pokémon foi o Squirtle… — diz Steven para si mesmo.
— Squirtle, Pistola de Água, já!

Squirtle usa a sua Pistola de Água no Pidgey, mas este consegue escapar, voando para os céus.

— Não vais escapar! Squirtle, Pistola de Água para o chão e, quando te aproximares o suficiente, Esmaga Crânios!

Squirtle consegue elevar-se no ar devido à pressão de água usada contra o chão e consegue acertar no Pidgey com grande força, fazendo com que este caia no chão, desmaiado.

— Terceira etapa, lanças a tua pokébola!

O rapaz lança a sua pokébola, apanhando, assim, Pidgey. Depois agarra nela e afirma:
— Isto leva-nos à quarta e última etapa. Mal capturas o teu pokémon, utilizas o teu Pokédex para ver que tipo de ataques ele tem.

Mal o Pokédex diz que os únicos ataques que Pidgey possui são: Rajada e Ataque Areia, o rapaz fica desiludido, verbalizando:
— Que desperdício de combate! Este estúpido pokémon só sabe usar dois ataques! E dois ataques inúteis, diga-se de passagem!

Ele lança a sua pokébola, desistindo de Pidgey. Este encontra-se demasiado ferido e ainda inconsciente, no chão.
— Que estás a fazer?! — pergunta Steven incrédulo.
— Se o pokémon que capturas não sabe usar ataques de jeito, basta apenas conectares o Pokédex à tua pokébola e carregares nos 4 botões de abandono do teu Pokédex. Eles são as pokébolas do ecrã. Isto vai fazer com que, quando lançares de novo a tua pokébola, o pokémon capturado ficará livre de novo.
— Isso é algo muito mau de se fazer! Abandonar o seu próprio pokémon?!

O rapaz lança as pokébolas e o Pokédex para Steven e este consegue apanhar com alguma dificuldade e diz:
— Já podes ter as tuas coisas! Parece mesmo que este pokémon fraco e inútil é perfeito para um puto iniciante como tu!

Steven embora estivesse a ouvir o que o rapaz estivesse a dizer, a imagem de Pidgey continuava a apoquentá-lo. Ele aponta o seu Pokédex para Squirtle.

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— Um pokémon aquático… — sussurra Steven para si mesmo. — Posso estar em desvantagem, mas não terei outra forma de vingar o Pidgey. Torchic, escolho-te a ti!

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Torchic prepara-se para combater contra Squirtle.
— Um Torchic? Que ridículo? Vê-se mesmo que, como treinador, és mesmo um zero à esquerda! Pelo menos, eu obtive um dos pokémon mais fortes do laboratório.
— O meu Torchic é forte!

Steven observa as informações de Torchic no Pokédex.

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— Vamos fazer todos os possíveis para vencer esta nossa primeira batalha, certo Torchic?
— Tor-Torchic! – responde Torchic de forma afirmativa.
— Isto vai ser hilariante! Vamos ver como é que o teu pobre coitado Torchic vai lidar com o meu forte Squirtle!

Quando estão prestes a combater, um forte barulho por entre as árvores da floresta se faz ouvir.
— Parece que os estragos que fiz estão a começar a surtir efeito — afirma o rapaz com um sorriso nos lábios.
— Que fizeste tu?
— Estás prestes a descobrir…

Metros atrás de Steven, um enorme número de pokémon ave aproxima-se a grande velocidade.

— Que pokémon são aqueles? – diz Steven, enquanto usa o seu Pokédex.

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— Que fizeste tu com àqueles Taillows? — vocifera Steven fortemente.
— Quando eu e o meu irmão saímos do laboratório, nos queríamos testar a força dos nossos pokémon, por isso atacámos um ninho de Taillows presente mesmo no início da floresta — fala o rapaz de forma muito calma. — Presumo bem que os Taillows atacados tenham chamado reforços para virem atrás do agressor.

— Tu és mesmo uma vil pessoa! Atacar um ninho de Taillows inocentes…
— Aqueles Taillows já devem ter passado por aqui perto, sabes. Quando entrei na floresta, notei que não havia nenhum pokémon. Isso deve querer dizer que os outros pokémon da floresta estão escondidos. Eles possuem um grande sentido de intuição e quando pressentem algum perigo, mesmo que este esteja longe, eles escondem-se. Provavelmente passaram pelo caminho que o teu amiguinho e o meu irmão optaram. É nestas situações que a expressão “Salvo pelo gongo” é usada, certo?

— Que rude! Nem sei como é que o teu Squirtle não te abandona como treinador!
— Eu sou o seu mestre e ele é simplesmente o meu vassalo. Ele fará tudo o que eu disser. É o destino, puto. Mas, seja como for, não tenho agora tempo para estes combates ridículos. Squirtle, volta!

Squirtle volta para a sua pokébola.
— Espero que consigas lidar bem com aquele bando de Taillows.

O rapaz vai-se embora, subindo para uma árvore e saltando de ramo em ramo e profere enquanto foge:
— Lembra-te bem do meu nome, Gabriel! Este será o nome daquele que te derrotará, sem piedade, na Liga Pokémon!

Steven nota que Pidgey ainda está no chão, inconsciente.
— Ó, não! Tenho de o levar daqui para o Centro Pokémon! Nunca se sabe o que aqueles Taillows poderão fazer a ele!

Steven manda voltar Torchic para a sua pokébola e corre em direcção a Pidgey, agarra-o firmemente nos braços e foge com ele. Segundo a segundo, o bando de Taillows aproxima-se.
— Nem que as minhas pernas me falhem, nunca deixarei que aconteça algo de mal a ti, Pidgey!

E assim foi. O dia de Steven não correu como ele planeava. O que acontecerá com Pidgey? Será que vai conseguir ser levado em segurança para o Centro Pokémon? E Steven, conseguirá ele chegar lá ileso? Para saber isto e tudo mais, não percam o próximo capítulo de Pokémon!

Capítulo 1: O Começar de uma Nova Era

Capítulo 3: O Primeiro Combate

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