Especial 1: Pista 1

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O meu nome é Calem, tenho 9 anos, os meus cabelos são dourados e os meus olhos são azuis, sou alto e tenho um perfil atlético. A minha família é composta pelo meu irmão mais novo, Henri, e a minha mãe que se chama Elisa.

Estava a ter um sonho estranho quando o meu despertador tocou, eram 10 horas, geralmente fico deprimido quando tenho de acordar, mas hoje é dia de Halloween, o meu feriado favorito.

No meu sonho uma idosa tinha-me exigido para pedir desculpas para um Pokémon por ela.

Quando acordei, fui imediatamente acordar o meu irmão e desci as escadas para chegar à cozinha.

A minha mãe tinha preparado uma sandes com doce de abóbora para o meu pequeno-almoço, comi maravilhado aquela sandes.

Olhei para a cara da minha mãe, estava a sorrir, mas não era genuinamente, desde que o meu pai falecera quando eu tinha 3 anos, Elisa nunca mais conseguiu aguentar a sua própria perda.
-Bom dia, Calem! – Disse a minha mãe.
-Olá! – Disse eu, a falar com a boca cheia de comida.
Passado algum tempo, o meu irmão desceu as escadas para comer o pequeno-almoço.
-Olá mamã! – Disse ele.
O meu irmão tinha apenas 7 anos, por isso, continuava a tratar Elisa por “mamã”.
-Olá querido! – Respondeu ela carinhosamente.
Henri bocejou e começou a trincar a sua sandes.

Olhei para a janela e consegui ver um bando de Wingull a voar no céu, a nossa família vivia numa pequena cidade em Hoenn, que ainda não me preocupei em decorar o nome.

278Wingull

Uma hora depois, saímos de casa, prontos para ir pedir doces a todas as moradias até ao anoitecer, o meu irmão despediu-se da minha mãe como fazia sempre, e eu senti-me na obrigação de fazer o mesmo.

Passámos o dia inteiro a pedir doces e no final da noite já tínhamos uma porção considerável de guloseimas.

Eram 20:00, encontrámos uma mansão enorme e decidi que antes de voltar para a nossa casa, iria pedir alguns doces aos donos daquela propriedade.

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Toquei na campainha e ninguém respondeu, a porta estava aberta e por isso, decidi entrar na casa.
-Tenho medo… Podemos voltar para a nossa casa? – Disse Henri.
-Estás louco!? O dono desta casa deve ser rico e assim vamos receber imensos doces. – Disse eu.

Abri a porta de casa e reparei que Henri ainda não se tinha movimentado, por isso, disse:
-Se quiseres podes ficar aí sozinho…

O meu irmão entrou imediatamente dentro daquela mansão.

A primeira coisa que se destacava na entrada da casa eram as enormes escadas.

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-Está aqui alguém? – Gritei para verificar se estava alguém naquela casa.

Ninguém respondeu, por isso, decidi abandonar a mansão mas quando procurei a porta por onde tinha entrado reparei que ela desaparecera e no seu lugar estavam alguns tijolos.
-O que é que fazemos agora!? – Disse o meu irmão, histérico.
-Temos de encontrar uma saída, não saías de perto de mim… – Quando acabei de dizer aquela frase, o meu irmão desapareceu.

Gritei pelo seu nome, mas Henri já tinha desaparecido.

Fiquei aterrorizado, não sabia o que fazer, por isso, chamei o meu Riolu para fora da Pokébola.

Apesar da idade legal para ter um Pokémon era a partir dos 10 anos, eu já possuía um Riolu.


#447: Riolu
Ataques: Quick Attack/ Force Palm
Género: Masculino

O meu Riolu também estava preocupado, mas eu necessitava dele para me defender se algum Pokémon aparecesse.

Subi as escadas, de repente, reparei que estava escrito a vermelho numa parede o seguinte:
“Para o teu irmão recuperar,
O mistério desta mansão terás de solucionar.”

O meu coração batia muito rapidamente, como poderia alguém ser tão cruel? Dei um grito de frustração enorme, o que fez o Riolu dar um salto de medo.

Existiam dois caminhos de escadas que podia escolher, por isso, escolhi o caminho da esquerda.

Era apenas um corredor estreito, que não parecia terminar, mas de repente, uma fenda no chão abriu-se e eu caí.

Olhei para o local onde me situava, era um pequeno quarto em más condições, apenas era composto por uma cama com as molas partidas e lascas de uma mesa de cabeceira.

Enquanto procurava uma saída, encontrei uma fotografia onde era visível uma rapariga com um simples vestido branco, desconhecia o motivo, mas aquela cara parecia-me familiar.

Não descobri nenhuma saída, por isso, tentei procurar por uma porta escondida.

Encontrei uma porta escondida e quando a consegui abrir, descobri que continuava num caminho subterrâneo, segui por esse caminho muito rapidamente, o que dificultou o Riolu atrás de mim.

O corredor subterrâneo era estreito e estava composto por pequenas pedras com tons azul florescente e algumas estalactites com risco de caírem.

Olhei para o meu relógio, já tinha passado meia-hora desde que tinha entrado na mansão e ainda só tinha como pista a fotografia. Como iria eu desvendar o mistério da mansão?

Continua…

Nota de escritor:
Foi tudo por este capítulo do especial! Espero que tenham gostado.

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