Capítulo 9: Mega

Capítulo 8 – Aura Pt4

Capítulo 10 – Organização

23:56

Não o encontrei no convés e comecei a ficar preocupado, no entanto, já tinham passado cerca de cinquenta minutos e Marlon ainda não aparecera, por isso, decidi ir até ao meu quarto para ler o livro que Joe me dera.

O caminho até aos dormitórios fora complicado, todo o meu ser ansiava por descanso, pois desde que tinha utilizado tanta aura estava cansado e o facto de ter perdido uma porção da minha parte espiritual também significava que todos os meus sentimentos e motivações estavam mais reduzidos.

Quando cheguei à porta do meu quarto, passei os dedos pelo meu nome escrito a marcador e ponderei se deveria ir até ao quarto de Marlon, mas acabei por decidir que o melhor seria não incomodá-lo, por isso deitei-me pesarosamente na minha cama, que me acolheu com um chiar ensurdecedor.

Sem qualquer aviso prévio, comecei a sentir algo indistinto no meu cérebro que se assemelhava a tristeza, algo que não estava a sentir naquele momento, aquele acontecimento já tinha ocorrido várias vezes desde que me separara de Joe e já me conhecia demasiado bem para perceber que era Serena que estava a sentir tristeza; desde que dei metade da minha alma a ela comecei a sentir os sentimentos dela e às vezes até alguns dos seus pensamentos, mas apenas palavras separadas sem qualquer sentido.

Tirei então o livro que Joe me dera, com aquelas quatro palavras sem sentido, “algoritmos urbanos rapidamente aproveitados”, apenas com a intenção de desinteressar pessoas. Magoei-me ao tentar tirar o livro debaixo do colchão da cama, no intuito de ninguém o roubar e comecei então a folhear aquele livro cujas páginas foram outrora esbeltas mas que o tempo as destruiu, deixando-as agora amarelo torrado e com as pontas gordurosas e dobradas.

A minha mãe sempre disse que ler um livro velho nunca é tempo perdido, pois se o livro parece velho é sinal de que teve utilização e para ela, os melhores livros são aqueles que têm muita utilização, nem que seja só por uma pessoa – acho que desta vez ela tinha razão o livro estava cheio de truques relacionados com aura e esboços úteis.

Por momentos sinto inveja, ao início pensei que se tratava de um sentimento vindo de Serena, mas começo então a perceber que o sentimento é meu e o que invejo é na realidade o fato de não ter a minha aura completa, porque percebo que perdi inúmeras experiências quando dei metade da minha aura, sinto-me enojado comigo próprio com o facto de estar zangado por ter salvo a vida de outra pessoa, mas rapidamente percebo que o que eu estou verdadeiramente irritado é com o facto de ter quase assassinado Serena, penso se era também por isso que Joe ficou chateado quando fiz a transfusão de aura, não com o facto de a ter perdido, mas com o facto de a ter perdido por ter magoado alguém.

“Passear…para…Grey” – pequenas palavras vieram-me então à minha cabeça, deduzi que eram pensamentos vindos da cabeça de Serena e, num ato desesperado, começo à procura do tópico da transmissão de aura, mas não havia nada relacionado com isso, talvez porque o livro foi escrito por Joe e ele nunca tivera presenciado, nem sequer acreditado, numa transmissão de metade da aura, já que para ele era impossível conseguir dividir a aura numa metade certa.

Fechei o livro e decidi fechar também os olhos, já que o receio de começar a chorar estava a começar a dominar-me, mas depois achei que chorar seria a melhor maneira de libertar tudo o que estava contido dentro de mim e fiquei a lacrimejar até adormecer, sem sequer lembrar-me de que não sabia do paradeiro de Marlon ou de quem estivesse a comandar o barco e muito menos de que tinha um prazo de poucas horas para chegar ao destino.
Enquanto dormi GE, Torchic, o meu passado negro, Richie e Serena estavam todos presentes nos meus piores pesadelos.

Quando acordei nada parecia diferente, mas fiquei em pânico ao lembrar-me de que podia ter perdido tempo precioso, depois percebi de que enquanto estivesse no navio, não havia nada que pudesse fazer para avançar o processo de chegar ao destino.

Subitamente lembrei-me do tempo que perdi a explicar a Marlon o meu plano antes de começar a procurar pessoas no navio.

Tinha como objetivo chegar até Jirachi e pedir-lhe para o desejo de encontrar Celebi ser realizado, qualidade que só este Pokémon tem, sendo o maior problema ele só cair do espaço a cada mil anos e para piorar tenho de escrever um desejo na fita da sua cabeça e esperar que ele acorde do seu sono durante uma semana. Olhei então nervoso para o relógio, com medo de ter adormecido durante um dia inteiro, fiquei aliviado ao saber de que só tinha passado uma hora desde que cheguei ao quarto.

Tento então voltar a procurar alguém e decido ir até ao leme, cambaleando, sem rumo, creio que se não tivesse a ambição de ressuscitar Calem já não estaria vivo, pelos menos sentimentalmente, a dor de todos os meus atos é demasiado grande para a suportar sozinho e Marlon não é o suficiente para me animar, em tempos já foi, mas agora só me consegue deixar feliz nos breves momentos que me esqueço do que fiz, das pessoas que sofreram por minha causa, das pessoas que morreram por minha causa.

Quando lá chego tento respirar mais profundamente para ter a certeza de que ainda não estou a sonhar, o barco estava a ser comandado sozinho, visto que o leme estava a ser movido sem qualquer comandante. Foi neste momento que decido correr para procurar Marlon e fugir daquele lugar, mas enquanto corro uma superfície sólida atinge-me e eu percebo que se trata de uma pessoa, na verdade, um rapaz. Usava uma boina vermelha com um símbolo de Pokébola nele, o seu cabelo e olhos era azul, os seus atributos físicos eram completamente banais e usava um cachecol vermelho mesmo usando um casaco de manga curta, sendo que era Verão para usar aquela peça de roupa tão quente significava que devia ter alguma importância para ele.

lucas

Dei um grito assustado, mas reparei que o rapaz parecia mais interessado em saber quem eu era do que em matar-me.
– O meu nome é Lucas. – Informa ele, depois deve ter visto o pânico nos meus olhos, porque rapidamente acrescentou: – E venho em paz.

Decido rir-me, não porque tinha piada, porque se não estivesse preocupado certamente que não teria gostado do forma de gozo de como o rapaz se exprimiu, no entanto, dada a situação do momento aquela frase teve a sua certa piada.
-Henry. – Auto introduzo-me , ainda perturbado com o leme que se move sozinho.

Lucas percebe o motivo da minha inquietação e diz:
-Ah! O leme. – Diz Lucas, que parece ter ficado desiludido com a minha preocupação – Isso é o meu Espurr.
O meu cérebro ainda não estava a funcionar a 100%, por isso pensei que Lucas denominava o seu leme por Espurr, só mais tarde quando o Pokémon aparece por detrás das costas dele a flutuar, que percebo que Lucas estava ali desde o início e que Espurr estava dentro da camisola dele, isso era sinal de que Lucas esteve ao pé do leme o tempo todo, a espiar-me.
– De qualquer forma, em breve vamos ter uma reunião no dormitório de Hilbert, se fosse a ti preparava-me para ir até lá. – Continua ele.

Concordo com ele e abandono-o, mas não para ir ao quarto de Hilbert, tenho de encontrar Marlon o mais rápido que possível e sair daqui, porque estamos a ser espiados, de outra forma era impossível ainda não me ter encontrado com alguém, sem ser no exacto momento em que estou a pensar a fugir, porque aí o Lucas entrou em ação para me acalmar. Se eu gritar para chamar Marlon é como cometer suicídio, corro então para o meu quarto para ir buscar a minha mala e procurá-lo, mas de nada me serve porque quando dou conta um rapaz que suponho que seja Hilbert já está à minha espera no corredor dos dormitórios.

Seja quem for, é um rapaz normal, usa um chapéu o qual segura com orgulho e veste uma camisola que varia com vários tons de azul para combinar com as suas calças pretas, os seus olhos são da mesma cor do cabelo, castanhos, sinto neles uma profundidade muito grande, completamente diferentes dos olhos de Lucas, que pareciam inocentes, parece ser uma boa pessoa.

hilbert

– Olá, prazer em conhecer-te. – Ele estende-me a mão mas eu ignoro-a – Não precisas de ser tão frio! – Goza.
Não, definitivamente não é uma pessoa simpática, consegue ainda ser mais idiota que Lucas, tenho de me conter para não lhe dar um murro; ele parece feliz por me ter provocado e continua:
-Creio que era suposto termos uma reunião no meu quarto.

Percebo então que aquele rapaz é mesmo Hilbert e ignoro-o completamente, apesar de perceber que terei de entrar no quarto dele se quero garantir que sobrevivo, pondero ainda correr até ao quarto de Marlon para fugir dali com ele, mas sei que se for até lá o mais certo é ser morto, mesmo considerando o facto da distância dos quartos ser bastante curta, ao contrário da distância do meu quarto e do quarto de Marlon. Abro a porta que tinha escrita com letras feias e gatafunhadas a palavra “Hilbert” e entro abruptamente naquele quarto.

Hilbert entra logo a seguir de mim e parece que para ele é impossível tirar o sorriso provocador da sua cara.
-Os outros devem estar quase a chegar. – Informa-me; confesso que fico feliz com isso, quanto menos tempo passar com ele é melhor para mim, porque até lá, nem a cara dele ele pode tomar por certa.

Aproveito o compasso de espera para analisar melhor o quarto, o pavimento parecia de madeira, possuía uma pequena mesa de cabeceira, na qual um computador azul se situava em cima e ao lado dele estavam livros com apontamentos e uma lanterna, a cama possuía lençóis pretos como a minha e tinha um baralho de cartas em cima, duas pessoas tinham estado a jogar naquele lugar, por enquanto só podia ter a certeza de que duas pessoas estavam naquele barco, Hilbert e Lucas, já que os restantes nomes nas portas poderiam ter sido escritos por eles.

De repente, sinto algum alívio quando vejo mais dois rapazes que não conheço a entrarem dentro do quarto, mas podem simplesmente estar a colaborar com Hilbert.
-O meu nome é Red. – Diz um dos rapazes. – E este aqui é o Red.

Decidi então tratá-los por Red 1 e Red 2, sendo o Red 2 quem se apresentou a si e ao outro Red.
Red 1 tinha cabelo castanho claro e olhos castanhos escuros, naquele dia usava uma camisa azul, mantinha uma cara que não demonstrava qualquer traço de alegria ou tristeza e permanecia calado.
-Olá. – Disse directamente para Red 1, para conseguir ouvir a sua voz, mas ele apenas me fez um aceno com a cabeça, fiquei frustrado.

Red 2 já ostentava ser um rapaz mais simpático e menos reservado: mesmo estando dentro barco possuía um boné vermelho e branco com o logótipo de meia pokébola contido nele, com uma camisa cujas cores combinavam, parece alguém com quem em circunstâncias diferentes seria capaz de estabelecer uma amizade.

red

-Olá. – Digo agora para Red 2.
Sentamo-nos todos em forma circular, com um mapa à volta, reparo que a viagem parece ter mais voltas do que as que esperava dar em menos de 24 horas.

Chegam então mais três rapazes, sendo Lucas um deles, os outros dois pareciam não se suportar, mas depois de uma breve análise reparei que apenas um dos rapazes não suportava o outro.

Tivemos então de nos levantar novamente para os cumprimentar e não tive tempo para analisá-los porque fui imediatamente interrompido.
-Olá! – Disse Lucas. – Estes são Nalindo e Sam!

Nalindo era o rapaz que olhava depreciativamente para Sam, mas assim que Lucas o introduziu deu-me algo que nenhum rapaz fazia a outro, especialmente quando este o tinha acabado de conhecer, um abraço.
-Eu a-do-ro conhecer novas pessoas! – Disse Nalindo com um entusiasmo e entoação bizarra tão grande que parecia ter descoberto Arceus, era um rapaz bastante estranho.
-Olá, Nalindo. – Disse eu afastando-me dele, o que o pareceu ter deixado minimamente irritado, de qualquer forma parecia ser simpático.

De repente, Sam interrompe-nos com um sorriso enorme e diz, a gritar:
-Eu sou Sam, de Pallet Town e vou apanhar todos os Pokémon!

O entusiasmo do rapaz compensava a ausência de todos os outros no barco, quando me apresentei decidi aumentar um pouco o tom de voz para não se notar demasiado a discrepância do volume.

Hilbert pediu-nos para sentar e ficámos todos a fazer um círculo no chão, sentados em cima de almofadas pobres em algodão e completamente duras, esperando que mais alguém viesse, mas ninguém o fez, nem Marlon.

Existiam então seis hipóteses válidas na minha cabeça: Marlon foi apanhado e decidiram fazer-lhe mal; Marlon não foi apanhado e continuam à procura dele; Marlon descobriu as intenções da tripulação e conseguiu fugir; Marlon não foi apanhado e as pessoas deste barco não são más e só me estavam a espiar para saber qual o motivo de eu ter entrado num barco sem nenhuma ordem superior; Marlon ficou assustado por não me encontrar e decidiu fugir; os membros do barco não sabem que Marlon está no barco e estão com outro problema técnico, o que também não me alivia, porque esse problema técnico se não fosse solucionado poderia fazer-nos morrer.

Assim que terminei o meu pensamento, Lucas disse:
-Acho que chegou o momento de aceitar que se passa algum problema lá fora, por isso, não vou esperar que os outros cheguem e vou direto ao assunto, Henri, – quando ouviu o meu nome o meu cérebro começou a trabalhar mais rápido do que o que pensava que seria possível, pensei em todas as hipóteses que tinha e cheguei à conclusão que tinha aura suficiente para lançar esferas de aura a todos os presentes no quarto e sair ileso, mas que isso também poderia correr mal se todos estivessem armados. – tudo o que fizemos desde que entraste no barco foi em prol de te irritar.
Se ele me quisesse irritar bastava só ter usado esta frase, pensei em lançar uma esfera de aura contra a sua cara, mas a curiosidade era maior do que a raiva, por isso mantive-me calado, mas com um olhar ameaçador que certamente tivera tido efeito, porque nos momento seguintes apercebi-me de que Lucas estava a tentar escolher as palavras certas e todos os outros pareciam assustados.

-O que eu quero dizer é que tudo isto não passava de um teste, para garantir que estavas do nosso lado, já que entraste no barco sem qualquer inscrição e nós apercebemos-nos disso assim que colocaste pés neste barco, já que temos connosco um mestre de aura. – Informa-me Lucas.

Um mestre de aura? Haviam mais como eu? Não podia fazer já esta pergunta, porque se a fizesse iria parecer como estou, desesperado por respostas, para além de que era certo que me iria denunciar como mestre de aura e neste momento queria ter uma posição estratégica quanto aos outros.

-Então isto não passou tudo de um teste… – Concluo, percebo então porque tanto Lucas como Hilbert pareciam ser boas pessoas, no entanto, estavam sempre preparados a provocar-me. – Tudo bem, eu entendo. Já agora, passei?
-Sim, passaste. – Diz agora Hilbert – Apesar de continuares debaixo de olho, já que várias vezes demonstraste ter um comportamento agressivo.

Gostaria de saber o que Hilbert diria se me conseguisse ver com a minha aura negra no momento em que ataquei Archer, mas mantive-me calado. Depois lembrei-me: Joe nunca tinha terminado de me ensinar como controlar a minha aura negra, mas acredito que ela tinha desaparecido quanto tinha transferido aura, ou simplesmente com tanta pouco aura já não achasse que seria uma ameaça…

Mas eu sei que não foi isso, porque eu nunca tive uma aura negra devido ao facto de estar dentro de uma ilha, a minha aura negra nunca esteve assim por causa do meu passado negro, era isso que o Joe me queria ensinar, que a minha aura estava negra porque o meu estado espírito estava assim, negro, porque Torchic pode estar morto, negro, porque o meu irmão sempre me pareceu inalcançável, negro, porque abandonei a minha mãe e ainda não lhe tinha dito nada e só agora que as coisas me parecem melhores que consegui libertar-me disso, mas e se tudo voltar a ficar mal?
-Quero lutar… – Murmuro – Quero lutar contra um de vocês! Se não irei abandonar o navio e suponho que não querem perder um membro.

Se quero derrotar GE tenho de aumentar a minha força, não vou conseguir derrotar o que suponho que seja uma organização se não conseguir ganhar a um dos membros desta tripulação.
-OK! – Exclama Sam – Eu irei vencer-ter!

Nalindo revira os olhos e diz:
-Coitadinho do Henri, ainda nem sequer a sua Key Stone ele recebeu.

Nalindo era definitivamente uma pessoa simpática, mas só para quem ele queria e Sam não fazia parte dos seus amigos, de repente, ele lança-me um saco.
-Usa isto. – Afirma ele.

Abri o saco e vi lá dentro uma pulseira preta, com uma pedra enfiada numa cavidade mesmo no centro dela, tiro a pedra para a analisar e reparo que tem o que se assemelha a um símbolo de ADN contido.
-Coloca-a no pulso. – Diz Red 2 animado.
Coloquei-a e descobri que me ficava um pouco larga, mas que só iria cair se cerrasse os punhos.

-Para o que é que serve? – Pergunto, referindo-me à pulseira.
Todos fazem uma breve pausa com olhares suspeitos, provavelmente a pensar qual seria a pessoa mais indicada para me explicar, acabou por ser Red 1 o escolhido, esteve o tempo todo tão quieto que nem me lembrava que ele existia.

-Mega Evolução, se tiveres uma pedra necessária e um grande laço com o teu Pokémon, com a pedra contida nessa pulseira és invencível, o teu Pokémon ganha poderes inimagináveis. – Afirma-me num tom montótomo.

De repente, fragmentos de memórias apareceram-me na cabeça, Garchomp demasiado fortes a invadirem aldeias, quando derrotados deitavam uma pedra ao chão, Archer a dizer que aqueles Pokemon eram da GE, chamou-lhes Mega Garchomp. Queria fugir, gritar por ajuda, até saltar na prancha parecia uma ótima ideia.
-Como é que conseguiram obter isso? – Pergunto.
-Somos da GE. – Afirma Hilbert – É uma organização que não deves conhecer.

Já devia esperar algo assim, eles vão perseguir-me mesmo que não saibam quem eu sou.

Continua…


Nota do Escritor: E mais um capítulo para juntar à lista! Na realidade não gosto de usar esta expressão porque parece que estou a dizer que apenas serviu para encher, o que é mentira, já que para além de nos prometer uma batalha com Mega Evolução, ainda serviu para juntar algumas pontas soltas e vai ser basicamente assim que será este arco, a juntar as pontas soltas.

Posso dizer que nem eu quando comecei a escrever o capítulo tinha previsto que os membros da tripulação seriam na realidade da GE, porque por onde eu quero chegar na parte da história tanto faz se eles são ou não da GE.

Espero conseguir agora começar a escrever um capítulo por semana e peço desculpa pelo atraso, desta vez o grande contratempo foi o facto de grande parte das pessoas não saberem as expressões náuticas comuns, o que me obrigou a fazer uma pesquisa de forma que não fosse complicado para as pessoas ouvirem expressões relacionadas com isso, para além de que tive de fazer outra pesquisa, esta mais aprofundada, sobre barcos.

Peço imenso que comentem para saber se gostaram ou não do capítulo, porque acabo sempre por ficar sem saber quando o termino do que as pessoas mais gostaram e do que menos gostaram e nada me deixa mais animado do que um comentário, nem que seja só para dizer: “Realmente o título da Fanfic faz sentido, porque ver isto é tempo perdido. Ahhaahahahahah lol sou tão engrançado” -> sim, eu prefiro isto do que nada.

Quero também lembrar-vos mais uma vez que Mirage Island já tem o seu próprio site e que quanto mais pessoas comentarem melhor! Não se esqueçam que eu vou escrever lá às vezes matérias exclusivas e mais coisas assim relacionadas comigo e com a Fanfic, hoje adicionei todos os capítulos, menos este, o último, porque como já sabem o último fica sempre disponível para Pkportuga.

Fica então previsto o capítulo 10 para dia 9 de Agosto, apesar de todos sabermos que é quase impossível eu acertar uma estimativa e mais uma vez peço desculpa pelos atrasos e por todos os que continuam a acompanhar a fanfic sendo que já não falta muito para ele fazer um ano (o tempo voa xD ) e ainda só temos no total 9 capítulos, quero chegar aos 20 até a Fanfic ter o seu aniversário.

Obrigado por terem lido (isto se depois de tanto texto numa mera nota alguém ainda estiverem a ler) e leiam o próximo capítulo se quiserem saber o que vai acontecer com Marlon e Henri e ver uma batalha na Fanfic (algo que aconteceu muito escassamente até aqui mas que se vai intensificar bastante depois dos próximos dez capítulos).

Adeus pessoal!

Capítulo 8 – Aura Pt4

Capítulo 10 – Organização

11 thoughts on “Capítulo 9: Mega

    1. Muito obrigado Fábio, não sabes o quão alegre estou de continuares a gostar da Fanfic e teres comentado, em termos pessimistas, a partir de agora o dia só pode piorar. ^^
      Posso dizer que ponderei essa ideia durante bastante tempo, o problema é que eu adoro/vivo para terminar os capítulos quando uma grande revelação é feita e parecia-me que assim o primeiro capítulo iria terminar numa parte estranha, mas prometo que da próxima vez que tiver um grande capítulo que eu o divido ao meio. 😀
      Mais uma vez, muito obrigado por comentares!

  1. Muito bom este capítulo, como todos aliás!
    Adorei, continua. 🙂
    Estou ansioso por ler o próximo capítulo para ler a batalha das megas evoluções!

    P.s.: Em “…Pokémon ganha poderes imagináveis…” não terás querido dizer inimagináveis? É só um aparte 🙂

    1. Afinal menti ao Fábio: o dia podia melhorar! Estou tão alegre com ambos os comentáros que nem imaginas. 😀

      Quanto ao “imagináveis” realmente queria dizer isso, mas acabou por falhar na revisão e olha que ainda revi cinco vezes. XD
      Quando vejo esses erros, a não ser que sejam muito disparatados como o do capítulo 8 que acabei por enviar a versão antes da revisão, para não incomodar o portuga, altero-os no site oficial da Fanfic. ^^

      Aproveito já para dizer que dia 9 deste mês vai mesmo haver um capítulo e que irá ter mais destaque o personagem o personagem pedido pelo Fábio (Red 1), o Sam e o Nalindo irão ter destaque no capítulo seguinte. Espero que gostem.

      1. Bem me pareceu, mas como não afeta a leitura é um erro de somenos importância 🙂
        Estou desejoso pelo próximo capítulo pois esta Fanfic é excelente!! 😀

    1. Ainda não li porque estava a pensar esperar o manga chegar ao Brasil pois tenho família lá e depois ele acaba por me comprar isso, mas estou a pensar em começar já a ler até G/S na Internet e sou capaz de me basear já que o meu objetivo ao introduzir os personagens é explicar como foram criadas algumas incoerências no anime ou coisas que nunca foram explicadas, até a idade do Ash é suposto ser explicada no final, por isso, no terceiro ou quinto arco da história (o quarto é impossível xD) sou capaz de me basear nesses personagens. ^^
      Muito obrigado pela sugestão!

      1. Muito obrigado! Vou começar a ler amanhã! 😀 Acho que vou começar mesmo por DP já que acho a história do jogo melhor do que até BW.

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